Coronel Rocha, a pedra no sapato da corrupção - Por Rubson Luiz

Coronel Rocha, a pedra no sapato da corrupção - Por Rubson Luiz

Como diz o ditado, ninguém joga pedra em árvore que não dá frutos. Rondônia está vivendo seus últimos dias de campanha eleitoral 2018 com um desfecho que poucos pudesse prever: eleger um militar para o Executivo Estadual, depois de mais de três décadas após a saída do Coronel Jorge Teixeira. 

Marcos Rocha vem lutando bravamente contra tudo, principalmente contra as armadilhas e mentiras plantadas pelas velhas raposas políticas estaduais que querem voltar ao Poder, e também contra categorias que deveriam apoiá-lo, mas que preferiram se vender por promessas tucanas. 

Marcos Rocha, como bem disse o opositor Expedito Júnior, é uma marca, aliás uma excelente marca chamada Bolsonaro, que deve ser eleito no próximo domingo como o novo presidente da República, quebrando outro paradigma de um novo militar ascendendo à Presidência em plena era de Democracia. 

Expedito Júnior foi um dos últimos sobreviventes da velha política que se estabeleceu e enriquecem em Rondônia. As eleições de 2018 em Rondônia já baniu da política o casal Raupp, Acir Gurgacz, e só reelegeu dois dos oito deputados federais (um de cada partido), levando nossa representação para a mudança. 

A exemplo da bancada federal, Marcos Rocha representa o novo, a mudança e isso é o suficiente para apostar no 2º turno. Será um representante necessário para o Executivo, já que a possibilidade grande de eleger o presidente da República do mesmo partido, é algo que não acontece toda eleição. 

Os opositores se apegam ao Fake News porque sabem que a mamata vai acabar e, de quebra, será o sepultamento político do ex-senador tucano. Expedito tem pressa em se eleger ao Governo do Estado, no seu último suspiro, porque sabe que certamente não terá mais chances daqui 4 anos. 

Expedito perdeu a eleição para Confúcio por um pouco de soberba e falta de dinheiro e irá perder novamente. O novo pede passagem e não há como impedir a mudança dos novos tempos da política. Um governador e um presidente militar são uma combinação que já deu certo em Rondônia na época do Teixeirão e do presidente Figueiredo. 

Fonte: Via Rondônia/Rubson Luiz
Publicada em 25 de outubro de 2018 às 12:20

 

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