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Dra. Taíssa cobra medidas para valorizar profissionais de saúde que atuam nos presídios de RO

Dra. Taíssa cobra medidas para valorizar profissionais de saúde que atuam nos presídios de RO

A deputada estadual Dra. Taíssa (PL) levou ao plenário da Assembleia Legislativa um alerta contundente sobre a situação dos servidores da saúde que atuam dentro dos presídios. Em pronunciamento, a parlamentar afirmou que a falta de valorização desses profissionais pode desencadear uma grave crise no sistema prisional e até um “caos social”, caso o problema não seja resolvido com urgência.

Segundo Dra. Taíssa, os trabalhadores da saúde que atendem diretamente os apenados vivem a mesma realidade de risco enfrentada pelos policiais penais, mas não foram contemplados com o realinhamento salarial concedido à categoria da segurança prisional. Para a deputada, a exclusão de cerca de 100 servidores representa uma “tremenda injustiça”.

“Quem está dentro de um presídio, atendendo os apenados, não tem como diferenciar o que é policial penal e o que é servidor da saúde. Todos estão expostos aos mesmos riscos”, destacou.

A parlamentar ressaltou que esses profissionais são responsáveis por atendimentos essenciais, como aplicação de medicação, soro e outros procedimentos de saúde, em um ambiente de alta tensão e vulnerabilidade. Ela chamou atenção ainda para o fato de que esses servidores, além de não terem um salário digno, sequer recebem o teto da enfermagem, o que classificou como “o maior absurdo”.

Dra. Taíssa também fez um apelo para que os 24 deputados estaduais levem a pauta ao Governo do Estado em busca de uma solução definitiva. De acordo com ela, muitos servidores da saúde prisional já procuram outras alternativas de trabalho para deixar a atividade dentro das cadeias, justamente em razão da baixa remuneração e da falta de reconhecimento.

Durante o discurso, a deputada reforçou que a precarização da saúde no sistema prisional coloca em risco não apenas os profissionais e os internos, mas toda a sociedade. Para ela, caso esses trabalhadores decidam paralisar as atividades, o impacto será imediato e severo.

“Se esses servidores entrarem em greve, vai virar um caos dentro da sociedade. Vão achar a solução só depois que virar um caos?”, questionou.

Ao final, Dra. Taíssa reafirmou que seu mandato continuará cobrando esclarecimentos e, principalmente, providências concretas para corrigir a desigualdade enfrentada pelos servidores da saúde prisional. Para a deputada, valorizar esses profissionais é uma medida de justiça, segurança e respeito com quem atua na linha de frente de um dos setores mais sensíveis do serviço público.

Fonte: ALE/RO
Publicada em 08 de abril de 2026 às 10:27

 

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