Marcos Rogério critica acusações contra Bolsonaro e compara com conduta de Dilma Rousseff no impeachment

Marcos Rogério critica acusações contra Bolsonaro e compara com conduta de Dilma Rousseff no impeachment

Em vídeo publicado nas redes sociais nesta quarta-feira (11), o senador Marcos Rogério (PL-RO) criticou os processos judiciais em andamento contra o ex-presidente Jair Bolsonaro e afirmou que “narrativa não é prova e cogitação não é crime”. A declaração foi feita em tom de defesa a Bolsonaro, investigado por suposta tentativa de golpe de Estado e outros crimes relacionados à reunião com embaixadores e articulações sobre o sistema eleitoral brasileiro.

O parlamentar comparou a atual situação de Bolsonaro com a ex-presidente Dilma Rousseff, mencionando um episódio durante o processo de impeachment em 2016. “Dilma, quando sofreu o impeachment lá atrás, ela cogitou o Estado de Defesa. Isso está escrito, está registrado. Inclusive, sondou altas autoridades na época sobre esse assunto”, declarou.

Ao comentar a denúncia contra Bolsonaro, Marcos Rogério questionou a ausência de elementos materiais. “Nesse caso, ele ter dado voz de prisão a ela, o presidente Bolsonaro é acusado de quê? De uma reunião com embaixadores?”, indagou. O senador também criticou a atuação do Judiciário. “Um tribunal especializado, um tribunal eleitoral é o que vai o tornar inelegível?”, continuou.

Durante o pronunciamento, o senador disse não haver provas concretas de golpe. “Agora uma acusação de tentativa de golpe de Estado que não aconteceu, que não existiu, sem evidências, sem provas, sem armas, sem mobilização. A cogitação, cogitação é crime?”, argumentou.

Ainda segundo Marcos Rogério, “por mais desabjeta que seja, conversas privadas, por mais repreensível que seja, não é crime”. Ele defendeu que as decisões judiciais devem se basear em provas: “Nós estamos diante de uma situação que é a construção de uma narrativa. Parte da disputa política, esse ambiente todo, mas eu acho que juridicamente o tribunal vai ter que se debruçar em cima das provas, das evidências. Não há como condenar alguém apenas por achismo ou por narrativa”, concluiu.

O vídeo foi divulgado no perfil oficial do senador no Instagram, acompanhado da legenda: “Narrativa não é prova e cogitação não é crime. Se fosse, Dilma teria sido presa ao cogitar estado de defesa durante o impeachment. Mas com Bolsonaro querem condenar até pensamento. Que a justiça não se renda ao jogo político.”

Fonte: Rondônia Dinâmica
Publicada em 12 de June de 2025 às 15:46

 

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