G1 – Onde investir seu dinheiro? Conheça as vantagens dos fundos

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orama_fundos (Foto: Divulgação)Fundo de investimento não é nenhum bicho de sete cabeças; entenda!

Se você está querendo uma aplicação que pode ter rendimentos superiores aos da poupança, chegou a hora de conhecer melhor os fundos de investimento. Não sabe o que é isso ou acha que precisa de muito dinheiro para iniciar? Então tire cinco minutos para ler este texto!

O que é fundo de investimento?
Primeiro, vamos ao conceito. Um fundo de investimento é formado por um grupo de investidores, chamados de cotistas. Imagine como se fosse um condomínio, no qual cada dono de cota seria um condômino. Com o dinheiro de todos os cotistas, o fundo investe em ativos do mercado financeiro, buscando a melhor rentabilidade. Depois, o resultado ao longo do tempo será dividido entre os investidores, proporcionalmente ao que cada um aplicou.

vários tipos de fundo, classificados de acordo com as características dos ativos em que ele investe (renda fixa, multimercado, de ações, entre outros). Cada fundo tem suas regras, que definem, por exemplo, em que ativos o dinheiro será aplicado, suas estratégias, suas metas, taxas de administração e demais especificações.

Qual é a vantagem de um fundo de investimento?
São várias as vantagens que um fundo de investimento pode oferecer. A principal delas é que os fundos têm um gestor, um especialista preparado e que trabalha todos os dias para buscar os investimentos mais interessantes, de acordo com a política de investimento do fundo. Você coloca o dinheiro lá e sabe que o gestor usará toda a sua qualificação para alcançar a melhor rentabilidade possível.

“O trabalho dos gestores é de muita responsabilidade. Eles estão constantemente em busca dos melhores investimentos para o fundo. O gestor fica de olho diariamente nos indicadores do cenário econômico, como taxa de juros, câmbio, bolsa de valores… E é ele quem faz os ajustes necessários no fundo”, explica Sandra Blanco, consultora da Órama, uma plataforma de investimentos 100% online especializada em fundos.

Além da figura do gestor, todo fundo tem um administrador e um custodiante.

O administrador é a empresa responsável pelos aspectos legais e operacionais do fundo, ou seja, zela pelo seu bom funcionamento: prepara e elabora o regulamento, controla o enquadramento do risco, calcula as cotas e as despesas, transmite informações aos órgãos públicos e fiscalizadores.

Já o custodiante é o agente responsável por “guardar” os ativos do fundo. Por exemplo, quando uma operação é realizada, como a compra de um ativo para a carteira do fundo, o custodiante se responsabiliza pelo recebimento deste ativo.

Mais do que a poupança
O trabalho do gestor visa uma rentabilidade maior do fundo, em comparação a outras aplicações, como a poupança, por exemplo.

Nos últimos três anos, a poupança rendeu, em média, 7,89% ao ano. Os fundos de renda fixa (mais conservadores) renderam, em média, 12,38% no mesmo período . Ou seja, se você tivesse aplicado R$ 5 mil na poupança três anos atrás, hoje teria R$. 6.279,33. Num fundo de renda fixa, calculando pela média, teria R$ 6.741,94 líquidos . Essa diferença vem atraindo interessados . Dados da Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima) registram que o valor investido em fundos saltou de R$ 1,8 trilhão em 2006 para R$ 3,5 trilhões em 2016.

Exemplos de quem aplica
A possibilidade de ganhar mais atraiu a defensora pública Melina Brigagão, 31 anos, de Florianópolis. Há um ano, ela passou a investir em fundos de renda fixa, considerados os mais conservadores do mercado. “Eu comecei a ler bastante sobre o assunto, conversar com amigos e percebi que estava perdendo dinheiro na poupança”, diz Melina.

O administrador de empresas Marcus Mota, 28 anos, do Rio de Janeiro, tem um perfil moderado, mas a caminho de ser um investidor arrojado. Ele também virou cotista de fundos ao analisar os ganhos. “Estou em um fundo que, nos últimos três anos, teve rentabilidade entre 20% e 25% ao ano. Isso não significa ganhos futuros, mas é um bom indicativo do trabalho do gestor. Os gestores dos fundos olham todos os dias os investimentos. Eu não. Não posso achar que eu sei mais do que eles”, diz Marcus, que investe nos fundos multimercados, aplicações que combinam os mais variados ativos, incluindo ações e câmbio. Nesses fundos, em média, os mesmos R$ 5 mil investidos há três anos, hoje seriam R$ 6.852 líquidos . E, na mesma comparação, os fundos multimercado selecionados da Órama renderam ainda mais no período: 16,10%, em média, o que faria com que o dinheiro investido chegasse a R$ 7.331.

Como e por onde começar?
E quem nunca investiu em fundos, por onde começar? “A dica é iniciar com os fundos de renda fixa referenciado DI”, aconselha Sandra. Eles têm pouquíssimo risco, não sofrem grandes oscilações e têm liquidez diária, ou seja, é possível sacar o valor sempre que precisar. Ela lembra também a importância de se observar as taxas de administração cobradas pelos fundos de renda fixa. Quanto menor a taxa, maior será a rentabilidade para o cotista.

Mas é preciso muito dinheiro para começar? Não mesmo, há fundos para todos os perfis. Na Órama, por exemplo, é possível virar um cotista com investimento a partir de R$ 1 mil. E você faz tudo online. Entre no site e conheça mais.

Vantagens dos fundos

Facilidades
– Quando você investe num fundo, está delegando a gestão do dinheiro a um especialista. Então, você aplica e confia na capacidade da equipe da gestora daquele fundo. São os profissionais que vão mexer na composição do fundo (carteira), para fazer ajustes decorrentes dos cenários econômicos e buscar o melhor resultado sempre.
– Os fundos têm rentabilidade diária, uma vantagem sobre a poupança (que, se não completar 30 dias, não “rende”).
– Muitos têm aplicações iniciais pequenas, com possibilidade de aportes posteriores.
Há fundos para todos os perfis de investidor (conservador, moderado e arrojado), que variam de acordo com a aceitação de maior ou menor volatilidade.

Segurança
– Os ativos em que o fundo investe pertencem ao próprio fundo, que tem um CNPJ próprio, ou seja, é uma “pessoa jurídica”.
– Os fundos são regulados pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e supervisionados pela Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima).
– Os fundos têm ativos diversificados na maioria dos casos, o que dilui os riscos e aumenta a possibilidade de bons rendimentos.
– Os gestores fazem a gestão cercados de controles de risco, tudo bem calculado.
– A divisão de tarefas e obrigações entre o gestor, o administrador e o custodiante proporciona à indústria de fundos maior segurança e transparência.
– Tudo é muito certinho, muito regulamentado, muito avaliado o tempo todo, tem acompanhamento constante, o que é mais um fator de segurança. <style type=”text/css”> </style>

orama_fim (Foto: Divulgação)

ESTE É UM MATERIAL DE DIVULGAÇÃO DE FUNDOS DE INVESTIMENTO. FUNDOS DE INVESTIMENTO NÃO CONTAM COM GARANTIA DO ADMINISTRADOR, DO GESTOR, DE QUALQUER MECANISMO DE SEGURO OU DO FUNDO GARANTIDOR DE CRÉDITO – FGC. RENTABILIDADE PASSADA NÃO REPRESENTA GARANTIA DE RENTABILIDADE FUTURA. A RENTABILIDADE DIVULGADA NÃO É LÍQUIDA DE IMPOSTOS. As informações deste material estão atualizadas até 28/04/2017.

 

Créditos G1

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